Arquibancada Palestrina

Um blog de Palmeirense de arquibancada

IT’S A LONG WAY TO THE TOP

If you wanna be a star of stage and screen

Look out it`s rough and mean

It`s a long way to the top

If you wanna rock `n` roll

Palmeirense, primeiro de tudo, carregue o video acima e deixe o som rolar enquanto você lê.

O título da Copa do Brasil passou. E chegou a hora de nós mesmos nos perguntarmos, como colocaram os mestres do rock AC/DC: “Queremos ser as estrelas do palco e das telas?”. Pois se quisermos fazer “rock and roll”, se quisermos voltar para o “top”, para nosso devido lugar, será uma longa viagem, parada dura e má.

Quem der uma lida na letra da música “It’s a long way to the top (if you wanna rock and roll)”, enfrentou a fila dos 1980, as glórias dos 1990 e a maldição dos 2000, consegue relacionar a letra da música com essa parte de nossa história. “Gettin’ robbed, gettin’ stoned, gettin’ beated up, broken boned”, “gettin’ old, gettin’ grey, gettin’ ripped off, under-paid”, “it’s a long way to the top if you wanna rock and roll”.

E se observarmos bem as etapas que nos levaram a ser o melhor das Américas, um dos times mais temidos do mundo, podemos perceber a oportunidade que a história mais uma vez nos oferece. Somos os campeões da Copa do Brasil, como em 1998. Temos a oportunidade de fazer um novo “estágio” para a Libertadores do ano que vem, a Copa Sul-Americana, como tivemos com a Mercosul, também em 1998.

O técnico é o mesmo. O grupo de jogadores, com características muito parecidas. As principais: a gana de vencer e o gostinho de saber o que é ganhar um título contra tudo e contra todos por uma equipe seguida por torcedores absolutamente fanáticos.

Como em 1998, é hora de preparar esse grupo para jogar a Libertadores do ano que vem. O plano é esse. No entanto, temos o Brasileiro e não podemos nos descuidar. Sabemos que temos que faturar pontos o mais rápido possível, para não correr o risco de precisar deles no final do ano, quando esperamos estar disputando as fases finais da Copa Sul-Americana.

Para conseguir balancear os dois campeonatos, precisamos fazer pontos no Brasileiro em partidas longe dos jogos da Sul-Americana, para poder poupar jogadores e não estourá-los ainda mais.

Nosso primeiro jogo pela Sul-Americana é dia 1/8, daqui a duas semanas e meia, contra o Botafogo. Jogo duro, ainda mais se Seedorf já estiver com ritmo de jogo. E o que temos pelo Brasileiro até lá? Hoje, SPFC, clássico.  Quinta-feira, Coxa, que perdeu de 4 a 1 da Ponte e vem mordidíssimo contra nós. No outro final de semana, 22/7, Náutico, em Barueri. Na quinta-feira, 26/7, Bahia, no Pacaembu, com presença certa deste que vos escreve, do Henrique, meu filho maravilhoso que vai pela primeira vez ao Pacaembu, e a esposa. E no sábado anterior à estreia na Sul-Americana, o Cruzeiro, fora de casa.

Complicado? Imaginem a sequência antes de pegarmos o Botafogo, no Engenhão para a partida decisiva da Copa: Inter (em SP), Botafogo e Fluminense (RJ), Flamengo (casa) e Atlético-GO (fora). Estaremos quase na metade do campeonato e precisamos estar com, pelo menos, 25 pontos, ou seja, precisamos fazer mais 20 pontos em 10 jogos.  Seriam sete vitórias, ou seis vitórias e dois empates, ou cinco vitórias e cinco empates. Tarefa duríssima.

E que começa hoje. Contra nosso inimigo, que tem estreia de técnico, de zagueiro de seleção (Rafel Tolói) e a volta de Luis Fabiano. Nós estamos sem Román, Thiago Heleno, Marcos Assunção, Luan e Barcos. Com Valdívia, Daniel Carvalho e todo o resto de elenco numa ressaca (mesmo) das comemorações.

Se somarmos 18 a 20 pontos até o segundo jogo contra o Botafogo, precisaremos de mais 23 a 25 pontos nas 20 rodadas seguintes, última rodada do 1º turno contra o Santos e todo o 2º pela frente, tarefa nos dá tranquilidade e moral para o segundo jogo. Passando pelos chorões do Rio, podemos seguir nosso caminho na Copa, que também não será nada fácil.

Já nas oitavas-de-final, pegamos ou Guarani (Par), ou Oriente Petrolero (Bol), ou Inti Gas (Per), ou Millionarios (Col). Nas quartas, poderemos enfrentar os clubes brasileiros que batemos na semi e na final da Copa do Brasil deste ano, Grêmio ou Coritiba, caso um dos dois avance. Na semi-final, provavelmente jogaremos com uma equipe argentina: Racing, Collon, Argentino Jrs ou Tigres. E na final, sabe-se lá! Mas na final, o Brasileiro já acabou. E para chegarmos ao top, de novo, temos esse longo caminho.

Nós, da arquibancada, estaremos gritando, apoiando em cada jogo. Estamos mais fortes do que nunca. E se conseguirmos os pontos no Brasileiro e levantarmos a taça da Copa Sul-Americana, chegará a hora do plano entrar na sua 3ª fase: a conquista da America. E como diria Macão:

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Informação

Publicado em julho 15, 2012 por em Tensão Pré-jogo.

(Publicidade Gratuita até 20/05/14) #AvantiBasqueteSEP

@ArqPalestrina

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