Arquibancada Palestrina

Um blog de Palmeirense de arquibancada

Começou a temporada de caça aos cariocas!

Por João Malaia (@ArqPalestrina)

Que beleza! Palmeiras 2 a 1 no Bostafogo, que já está virando freguês do ano. E o Barcos, então? Já meteu quatro gols nos caras! Não fosse o filho da puta do bandeira, e seriam cinco gols.

O melhor de tudo foi que eu estava lá! Eu e meu japa-bróder Denais acompanhamos mais uma vitória alviverde em terras cariocas. Para quem leu o post passado, viu que o Japa titubeou para ir ao Engenhão hoje. Ao final da partida, de sorriso estampado na cara, a frase: “Puta que pariu! Valeu a pena! Ainda bem que a gente veio!” Pois é, eu, Denais e mais cinco mil e poucas testemunhas. Um dos piores públicos do Brasileiro. O segundo pior do Botafogo no Brasileiro.

Fomos de carro ao estádio. Paramos a 500 metros do estádio, já perto do portão Sul. Sem flanelinha, sem botafoguense por perto. Chegamos nas bilheterias e, surpresa! Tinha fila para os Palmeirenses. A bilheteria estava mais cheia que a de Barueri, contra o mesmo Botafogo, pela Sul-Americana, lembra?

A Bilheteria do Engenhão, 21h25:

Dentro do estádio, um público para lá de decepcionante. No pré-jogo, chutei seis mil pagantes, mais 1500 a 2000 não pagantes. Errei feio o público pagante: 3.500. Mas acertei o absurdo número de não pagantes. A imprensa esportiva carioca sempre vem com a desculpa que entre os não pagantes estão todos os que trabalham para o evento (vendedores, bilheteiros, seguranças, policiais, enfermeiros, etc.). Mas não justifica num jogo de 3.500 pagantes ter mais de 1.500 não pagantes.

No começo, parecia que tinha mais Palmeirense que torcedor do Botafogo. Aliás, cantamos mais alto o jogo todo. Diga-se de passagem. Dos cinco mil e poucos presentes, uns 300 eram Palmeirenses. Várias crianças, marido com a mulher grávida e o caramba. Uma festa.

Falando do jogo, achei o Palmeiras muito bem, mas com dois problemas complicados. O primeiro é a falta de um meia. O time fica sem criação e a bola só chega no ataque pelas laterais (como nos dois gols) e, neste jogo, até o Henrique se fez de meia em certas ocasiões. Podemos melhorar isso com a volta do Valdívia.

O segundo é uma variação tática de Felipão que não dá certo com Patrick em campo. Tudo bem, com o Patrick nada dá certo, mas neste caso é pior. Como Artur já jogou de zagueiro, em certos momentos, Felipão monta a zaga com três homens, recuando o Artur para a zaga-direita. Para isso dar certo, temos que ter um volante que tenha cacoete de marcação na lateral, como o João Vitor, por exemplo. Hoje, pela esquerda, funcionou bem, pois tínhamos dois laterais fechando por ali, Juninho e Fernandinho. Na direita, quem deveria fechar era o Patrick, com o Assunção mais pelo meio, pois não tem gás para correr na lateral.

Um minuto antes do gol, o Patrick saiu correndo para o meio e levou uma bola nas costas. Todo mundo no estádio viu que a jogada era por ali. Na sequência, o gol dos caras. Lançamento de Seedorf para o lado direito da nossa defesa. Nas costas de quem? Quem não estava lá para cobrir a jogada pela esquerda? Patrick estava perdido voltando do ataque, Assunção estava longe para pegar o próprio Seedorf (aliás, uma pena esse negão estar numa merda de um time como o Botafogo, ia cair como uma luva no Verdão). Aí sai o Leandro Amaro da área igual um louco, não chega para cortar o cruzamento, e o Maurício Ramos estava sozinho com o Andrezinho.

Nesta foto, mais um cruzamento nas costas do Patrick que a zaga cortou no final do jogo.

Agora, o que joga bola esse Pirata, hein Palmeiras! O maluco mete gol e dá carrinho na lateral aos 43 do 2º tempo. Esse cara tem tudo para virar ídolo máximo no Palmeiras. Agora, ele tem 23 rodadas do Brasileiro, mais a Sul-Americana para fazer oito gols e atingir sua marca do ano passado. Na minha opinião, bate fácil.

E deveriam ser três gols hoje. Repito, não fosse o filho da puta do bandeira, mau caráter, safado, pilantra que anulou o que seria um golaço de merecer placa. Não tem explicação um impedimento desse ser marcado. É má fé. E quando tem má fé, merece ser chamado de filho da puta. Filho da puta! Confesso que no estádio, estávamos atrás do outro gol, então não dava para ver nada, se estava ou não impedido. Mas vendo este vídeo…. Filho da Puta! Filho da Puta! Bandeira filho da puta! E o árbitro é outro corno que foi na dele. Dois merdas, salafrários, filhos de uma puta!

E o Cleber Machado? “Ele foi iludido por não sei o que” e o Arnaldo emenda “Ele levou um susto”. Iludido? Tomou susto? Vão à merda vocês dois, também! É roubo, descarado de um filho da puta de um bandeira vendido.

Ainda bem que não fez falta. E assim pudemos compensar uma das duas derrotas em casa nas últimas rodadas. Domingo, compensaremos a outra. Dessa vez, o Henrique vai estar lá. A mãe vem também. E ele já emendou: “Mãe, eu vou falar muito palavrão, hein!”.

Vamos, Palmeiras! Amanhã, vou usar a camisa do Palmeiras para esfregar na cara da cariocada. Henrique vai com a camisa para a escola gozar a cachorrada. Um bando de molequinho botafoguense, sofredores de dar dó. Mas amanhã, é tirar sarro sem piedade. Quem mandou ser botafoguense. Chupa! Forza Palestra!

Anúncios

Deixe um comentário:

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

Informação

Publicado em agosto 9, 2012 por em Pós-Jogo.

(Publicidade Gratuita até 20/05/14) #AvantiBasqueteSEP

@ArqPalestrina

Erro: o Twitter não respondeu. Por favor, aguarde alguns minutos e atualize esta página.

%d blogueiros gostam disto: