Arquibancada Palestrina

Um blog de Palmeirense de arquibancada

Twittadas Palestrinas: Palmeiras 1 x 1 Flamengo – queda decretada

Por João Malaia (@ArqPalestrina)

Foi triste. Está sendo triste. Mesmo que o Palmeiras ganhasse hoje, estaria rebaixado com as vitórias de Bahia e Sport, além do empate da Lusa.

Ano que vem estaremos na série B.

Este é o último Twittadas Palestrinas do ano. A revolta do torcedor Palmeirense, a dor, as lágrimas, a indignação e o amor. Acima de tudo, o amor. Obrigado a todos vocês que nos seguem e nos proporcionam a possibilidade de fazer esta arquibancada virtual. Estaremos juntos, sempre.

A torcida do Palmeiras dava show antes do jogo.

E quem é que estava com sangue na boca para nos mandar para a série B? Adivinhem?

E a escalação do time?

E o jogo era mesmo um teste para ver como estava o coração:

Bola na mão do zagueiro do Flamengo dentro da área. Pênalti?

Pra nós não tem televisão, nem recurso.

E uma das estrelas do nosso time foi Maikon Leite. Quem lembra do Mirandinha?

E ainda antes de acabar o primeiro tempo, vacilo da torcida. Com quase 20 anos de sócio, às vezes não entendo essa molecada que puxa as músicas na bancada…

E no intervalo, aparece um caixão pintado de verde na torcida do Flamerda. Nossa parceira Flavinha Camargo manda o recado:

Começa o segundo tempo e Barcos cai na área. E aí, galera? O roubo contra nós está liberado mesmo?

Vinícius entrou no time. Todo mundo meteu o pau. De repente, o moleque arrisca de fora da área e o goleirinho deles aceita.

Gambás com Libertadores, nós na série B, é…

E com um gol, a esperança renascia. Ou, visto por outro lado…

E aos 25 do 2º tempo, com 1 a 0:

Enquanto isso, no Jardim Leonor…

O Bahia ganhava da Ponte, mas o Palmeiras passava a jogar com um a mais.

Menino Dybal entra. Maikon Leite fica. A você, nossa estrela de bosta, as homenagens:

E como quem não faz toma, o Palmeiras leva o gol de empate aos 43mim30s do segundo tempo. E do filho da puta do Love.

Todos ficaram incrédulos.

E como o Salata já tinha falado…

Mais uma vez, no finalzinho do jogo…

Eu sempre digo isso:

E essa é uma pergunta que ainda me faço:

Mas a resposta talvez seja essa:

É isso, pessoal. Enquanto escrevia este post, o Palmeiras caía matematicamente. Fogos eram explodidos nos céus de São Paulo e a gambazada e a bicharada gritava nas janelas pela nossa queda.

É isso. Essa é a maior prova que continuamos grandes.

E eu também fui à janela. Mandei todo mundo tomar no cu.

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