Arquibancada Palestrina

Um blog de Palmeirense de arquibancada

Argumentação pífia é para imbecis. Não para a torcida do Palmeiras (pelo menos a parte que pensa).

Por João Malaia (@ArqPalestrina / @jmalaia)

Caros palmeirenses,

O post de hoje deveria ser bem mais aprofundado. O problema é que estou em Portugal, na cidade de Olhão, sul do país, na casa do meu pai. Vim aqui para cuidar do cara que me fez palmeirense. E aqui só tenho aquela conexão pré-paga cara pra cacete e, por isso, tenho acesso limitado à internet.

A ideia de escrever sobre o tema a seguir não é de agora. É de desde quando o funcionário do mais alto cargo e salário do Palmeiras deu a seguinte declaração: “Fizemos um estudo pelo mundo e os principais clubes têm apenas uma ou duas, estourando três modalidades para além do futebol. Na maioria deles dois ou um, bem feitos, e é assim que o Palmeiras pensa”. A frase veio para justificar o fim eminente do basquete profissional do clube e para emplacar uma nova mentalidade na gerência dos chamados esportes amadores do clube. Eu, particularmente, odeio frases jogadas ao ar que tem a intenção de fundamentar argumentos pelo simples motivo de fazer parecer que somos idiotas. Se você usa argumentos tão mal fundamentados para justificar suas atitudes é por que crê piamente que seu interlocutor é um completo imbecil. “Um estudo”. Qual foi o estudo? Quem realizou? “Pelo mundo”. Pelo mundo todo?

Antes de tudo, gostaria de fazer um breve esclarecimento. Não estou aqui mais para defender a permanência do futsal. O futsal acabou. Já argumentei bastante os motivos que me levam a acreditar que o Palmeiras deveria manter as modalidades que disputam atualmente competições nos escalões principais. A ideia aqui é analisar os argumentos que levam um funcionário do clube a tomar uma decisão de suma importância.

Mas porque a decisão de acabar com o futsal é de suma importância? Por vários motivos. Acabar com esta modalidade, pelo menos nos escalões principais, é acabar com uma modalidade que foi bicampeã sul-americana, que tem tradição no clube. É colocar no desemprego vários jogadores que estavam apalavrados até o final do ano. É comprar uma briga com parte da torcida. É dar gasolina para o grupo de oposição ao presidente (do qual não faço parte, pois não faço parte de nenhum grupo). É criar um ambiente de instabilidade para o presidente do clube. É dar possibilidade para que meios de comunicação avacalhem ainda mais nossa imagem, colocando-nos como clube falido. É assumir a incompetência que um clube do tamanho do Palmeiras não consegue um patrocínio de 500 mil reais por ano para bancar a modalidade. Em suma, é jogar uma bomba no colo do nosso presidente, é marca-lo na história do clube como o mandatário que acabou com o futsal.

Por isso, tal decisão deve ser muito bem pensada. E se for tomada por um funcionário que é muito bem remunerado para a função, deve ser fundamentada, deve ser questionada e deve levar em conta todo o possível desgaste que causará, não apenas ao nosso presidente, mas ao Palmeiras. O Palmeiras fica. Presidentes e funcionários entram e saem.

Segundo o funcionário que ocupa o cargo de Chief Executive Officer (CEO) do Palmeiras, José Carlos Brunoro, suas decisões foram pautadas em “um estudo pelo mundo”. E aí fica o palmeirense pensando: “tá vendo, os caras fizeram um estudo pelo mundo; é assim que funciona no mundo todo; há um estudo para isso; eles são profissionais; etc.”. Será mesmo, palmeirense? Ou será que estão pensando que na torcida do Palmeiras só tem imbecil e que ninguém ia checar isso?

Geralmente, quando uma pessoa quer argumentar algo com alguma consistência, fala logo que viu aquilo em “um estudo” ou que fez “um estudo”. Mas espera um pouco? Que estudo foi esse? Primeiro que é muito difícil fazer “um estudo pelo mundo”. Qualquer um que faz pesquisa sabe que isso é praticamente impossível. Como é que você vai fazer um estudo que dê conta de todos os países do mundo, de todos os campeonatos de futebol e de todas as outras modalidades que disputam competições em um país para cruzar os dados dos maiores clubes de cada país com as modalidades que pratica? Isso é quase uma piada. É quase chamar você e eu de imbecis.

O tal “estudo” não deve ter sido feito pelo mundo, se é que foi feito. Devem ter analisado algumas situações na Europa, se muito. E se tal estudo foi feito, foi muito mal feito. E se esse for o argumento para acabar com as modalidades amadoras em seus escalões principais, é um dos argumentos mais pífios, mais tacanhos e mais mal formulados que eu já vi na minha vida. Como diria um amigo meu : “quer me assaltar, mostra sua arma”. Não me venha com argumentos cretinos. Eu não vou engolir essa e faço questão de expor aqui como esse argumento é pífio para que você, palmeirense, não seja tomado por imbecil. Repito, não estou aqui para defender as modalidades. A decisão está tomada. Estou aqui para colocar em xeque os argumentos cretinos de um funcionário do clube, pago e muito bem pago por nós, sócios e torcedores, para gerir o clube.

Bom, vamos ao que encontrei. A maioria das informações foi retirada do site www.sportstats.com. Outras foram colhidas em jornais que comprei aqui por Portugal. A primeira conclusão a que se chega quando analisamos os campeonatos nacionais das diversas modalidades é que existem dois modelos de gestão.

Um deles é o padrão na Alemanha, Inglaterra, Itália, França, Rússia e Holanda. Nesses países, os times de futebol são quase todos exclusivamente de futebol. As exceções são o Bayern, na Alemanha, que tem basquete; o PSG e o Nantes, na França, que têm handebol; a Lazio, o Napoli, o Verona, o Pescara e o Venezia, na Itália, que têm futsal; e na Rússia, em que o Dínamo de Moscou tem futsal e vôlei, o Zenit tem vôlei e o CSKA tem basquete.

O outro modelo é o mais utilizado em países como Espanha, Grécia, Turquia e Portugal. Nesses países, os principais times de futebol investem forte em outras modalidades e apostam em uma política de marketing bastante eficiente para a criação de mecanismos de identificação entre os torcedores e os clubes. Levantemos apenas os maiores clubes de cada um desses países.

Na Grécia, o Panatinaikos, o Olimpiakos e o PAOK levam multidões aos ginásios para acompanhar partidas de basquete e vôlei. O PAOK tem ainda time de handebol, assim como o AEK Atenas. Este último tem também time de futsal.

Na Turquia, Galatasaray e Fenerbache têm times de vôlei na primeira divisão turca. No basquete, a dupla de rivais tem a companhia do Besiktas, em um dos campeonatos mais vibrantes do mundo. O fanatismo de turcos e gregos nos estádios é levado para dentro dos ginásios, tornando suas quadras em verdadeiros infernos para adversários, às vezes com 15 mil pessoas cantando sem parar. É lindo de se ver.

Em Portugal, o Benfica, clube com um dos maiores números de sócios do mundo, investe muito em várias modalidades. Além do futebol, o Benfica tem times na primeira divisão e profissionais em handebol, hóquei em patins, basquete, vôlei, futsal e atletismo. O Sporting tem equipes profissionais que proporcionam o “Derby de Lisboa” em handebol, hóquei em patins, futsal e atletismo. E o Porto, tem equipes de handebol e hóquei em patins. Aliás, Benfica e Porto fizeram a final do campeonato europeu de hóquei em patins.

Na Espanha, Real Madrid e Atlético de Madrid investem apenas em uma modalidade de maneira profissional. O Atletico com o handebol e o Real com o basquete. Mas o maior exemplo deste modelo, na Espanha, é o Barcelona. O Barça, modelo de gestão que inspira a todo mundo, investe em várias modalidades. Marcelo Gianubillo, outro funcionário do Palmeiras, pago e muito bem pago, para ser o Chief Marketing Officer do Palmeiras, disse inclusive que o modelo de marketing do Palmeiras se inspiraria no do Barcelona.

Pois é, o Barça aposta forte e muito forte nas modalidades para além do futebol. Faz de seu ginásio um centro de cultura catalã através dos esportes. O clube dos sonhos tem equipes profissionais de basquete, uma das melhores do mundo, de hóquei em patins, de futsal e de handebol. São quatro modalidades para além do futebol. Não são “estourando três”. O Barcelona ficou fora do estudo? Se nosso funcionário deixou de fora o Barcelona, imaginem o nível do estudo.

Falta aprofundar a pesquisa. Mas os dados preliminares aqui apresentados mostram o quão pífio é o argumento do CEO. “Fizemos um estudo pelo mundo”. Faça-me um favor.

Eu não defendo a permanência das modalidades em nível de competição nos escalões superiores pelo fato do Barcelona fazer. O argumento é tão cretino que se desmonta com a própria frase. Quem disse que o modelo que é bom “pelo mundo” é bom para o Brasil? Todo mundo sabe que modelo é modelo. Não é para fazer igual. É para dar parâmetros. E se tivesse sido realizado mesmo um estudo pelo mundo, nosso funcionário não falaria uma besteira tão grande.

Se tivesse realizado mesmo um “estudo pelo mundo” veria que, pelo menos na Europa, existem dois modelos. E cada modelo tem a ver com o desenvolvimento histórico dos esportes em cada país. Nos países do primeiro modelo, os esportes se desenvolveram fora dos clubes de futebol. Nos países do segundo modelo, as outras modalidades para além do futebol se desenvolveram dentro dos clubes de futebol.

E como aconteceu historicamente no Brasil? Ah, aí eu estou pedindo demais para a compreensão do funcionário que ocupa o cargo de CEO do Palmeiras. Se ele mal consegue argumentar em cima daquilo para o que ele é pago, e muito bem pago, o que dizer sobre a capacidade de ele entender historicamente um processo, por mais simples que seja?

Gostaria de lembrar aos funcionários de altos cargos da SEP que há vida minimamente inteligente na arquibancada. Não nos meçam com a vossa régua.

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25 comentários em “Argumentação pífia é para imbecis. Não para a torcida do Palmeiras (pelo menos a parte que pensa).

  1. Carlos Miguel
    julho 22, 2013

    3 perguntas simples:
    Onde posso consultar esse estudo?
    Quem o realizou?
    Quanto custou?

  2. Fernando Galuppo
    julho 22, 2013

    Assino embaixo. Uma aula. Só acrescento uma coisa, se é que o amigo me permite. Se fizesse um estudo do Palmeiras, já era o bastante para compreender que a nossa realidade é – ou era – diferente.

  3. luiz
    julho 22, 2013

    Então a conclusão que eu chego Galuppo é que mesmo o Palmeiras não tendo dinheiro suficiente nem para a sua principal razão de existit que é o futebol deve colocar dinheiro no resto? Se sim, qual é a vantagem que o Palmeiras leva em ter um time de futebol de salão”profissional” em que são investidos 500.000,00 por ano, para ser motivo de piada dos adiversários? O time de futebol de salão do Palmeiras é medíocre, tomamos de 5 dos gambás em nosso estádio, não fizeram mais porque ficaram com medo de apanhar! Ora Galuppo, faça-me um favor, vc é um cara muito bem esclarecido e sabe que vc está jogando para a torcida e não para a instituição. Os gambás gastam 250.000,00 por mes com o time de futsal deles. Se é para ter um time ridículo é melhor que nem entre. Não quero acreditar que você esteja sendo corporativista e defendendo o emprego alheio. Desculpa cara, vc já passou do limite do toleravel faz tempo. Está parecendo aquelas mulheres que tomam um chifre e depois quer acabar com o ex marido!

    • arquibancadapalestrina
      julho 22, 2013

      Luiz, creio que este é um comentário para o Fernando. Deixo aqui sua publicação e deixo o espaço aberto para o Fernando responder.
      Só um detalhe. O Palmeiras perdeu dos gambás não de 5, mas de 6 a 0. E o jogo não foi no Palestra. Foi no ginásio dos gambás. E estava proibida a entrada de palmeirenses. E o que você julga de ridículo foi quase um feito. Nosso time tinha um dos menores orçamentos da Liga, foi montado cerca de um mês antes da competição, eliminou times que estão na Liga Brasileira, eliminou o time do São Caetano que é o time do presidente da Liga e terminou o campeonato em um honroso sexto lugar, perdendo do time de estrelas do Orlândia. Era um trabalho que engatinhava e logo no primeiro ano ter resultados assim, é de se exaltar. Principalmente a luta dos atletas que envergaram nossa camisa.

      • De Martino
        julho 22, 2013

        Joca, com todo respeito, seus argumentos só dão mais força para o que eu disse, ou seja, o Palmeiras seja em qual categoria disputar, desde que seja considerada profissional, deve entrar para ganhar e não só para participar. Desculpa amigo, não tenho intenção de nenhuma de denigrir a imagem de quem envergou nossa camisa seja ele em qual modalidade for, mas na boa, não devemos nos nivelar por baixo. Acho que o dia que conseguirmos um patrocinio para ter um time minimamente competitivo, podemos voltar, como foi feito com o basquete. Soma-se a isso o principal esporte e a razão de ser do Palmeiras é o seu time profissional de futebol. Só somos o que somos graças a ele, o resto me desculpa a franqueza é mimimi

      • arquibancadapalestrina
        julho 22, 2013

        Não vale a pena discutir se o futsal deveria permanecer ou não. O que discuto aqui neste post é a argumentação tosca de um funcionário de alto escalão da SEP. Respeito a sua opinião, como a de qualquer torcedor. Defendo o futebol acima de tudo e nunca vou defender que nosso esporte mais importante sustente outras modalidades. É apenas uma questão de concepção de imagem. Acredito que o clube tem a ganhar com essas modalidades, claro, desde que elas se sustentem, Mas uma gestão que se diz profissional deveria ter um pouco mais de capacidade de conseguir patrocínio para essas modalidades.

    • Membro da comissão técnica
      julho 22, 2013

      Luiz, boa tarde, como membro da comissão técnica, digo que não perdemos de 5 para o SCCP (time de futsal de um projeto de mais de dez anos), perdemos de 6 x 0, e foi no ginásio deles. Como já citaram montamos um time no final de Janeiro, com o objetivo de chegarmos entre os 8 primeiros colocados, terminamos em 5º lugar, sendo eliminado Pela Intelli, campeã Brasileira. Na continuidade do trabalho reforçaríamos o elenco para almejar voos maiores, proporcionais ao tamanho e glórias do Palmeiras… Só venho publicar isso, porque nosso time não era e nem foi ridículo, ali estavam jogadores profissionais e sérios, pais de família que tem o esporte FUTSAL como profissão, assim como excepcionais e respeitados PROFISSIONAIS na comissão técnica, como no meu caso, onde atuo no esporte desde os meus 8 anos de idade, com mais de vinte anos como preparador físico, sendo graduado em educação física, com 3 pós graduações e mestrando em fisiologia do exercício, colunista internacional, consultor técnico entre outros… Assim como meus companheiros de profissão são altamente capacitados e com vários títulos em suas carreiras. Portanto, quando você se referiu a EMPREGO ALHEIO, não se trata de emprego alheio, se trata de uma tremenda falta de respeito e responsabilidade, com quem trabalhou arduamente defendendo e honrando a SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS, para garantir o sustento de seus dependentes familiares, através do nosso EMPREGO.
      Luiz fico a disposição para algum esclarecimento, mas como BOM E EXEMPLAR profissional prefiro me ausentar disso e saber que honrei dignamente a tradição Palestrina, inclusive levando duas categorias as finais do Estadual 2012.
      Desculpe Luiz, mas foi preciso.

  4. Claudio Longo
    julho 22, 2013

    Boa tarde amigo e companheiro de argumentos, primeiro espero que seu Pai se recupere o mais rápido possível, para que seu retorno também em breve, possa confirmar o convite já realizado, de você João Malaia, com muita honra , esteja ao lado da equipe da Famiglia Palestra, enriquecendo o programa, oferecendo as informações e opinião bem aquilatada, que em muitas “mídia palestrinas´´, mantem os olhos fechados, com argumentos fúteis, para manter blindada a gestão , que foi rotulada de “profissional´´, mas que não passa de mera tinta vencida , aplicada em um transatlântico , com buracos na proa e popa, realmente um engodo, pois lembrando a você bem como aos demais amigos, o atual CEO, Senhor Brunoro, nos últimos trabalhos realizados, não obteve êxito em nenhum, que compromete sua idolatria doentia de muitos, em detrimento do clube que atualmente administra, que possui diversas modalidades esportivas, com longa Historia de vitorias e conquistas, pois há não mais argumentos em sã consciência que absorvam as palavras de um idiota, alegando estudos e pesquisas , as quais não há nenhum fundamento cientifico e muito menos logico, que determina a mentira argumentada, expondo ao clube um risco de ser ridicularizado pela mídia, e por possíveis investidores, avaliando a postura e conduta, de “profissionais´´, que pelo processo do nepotismo, como no caso de Luciano Paciello, irmão de Marcelo Paciello, foi nomeado Gerente Financeiro da Sociedade Esportiva Palmeiras , com salários de R$ 45.000,00 mensais, deixando duvidas do processo seletivo e meritocracia avaliada , lembrando a todos, que Marcelo é nada mais nada menos, que um dos lideres da chapa Fanfulla, que esta apoiando o Senhor Paulo de Almeida Nobre, em sua caminhada no poder do clube, mas este fato quando criticado em plenas dependências de Palestra Itália, produz urticaria anal em muitos que procuram enfatizar apoio ao Nobre presidente, omitindo os erros, e justificando os atos, não importando o resultado.
    Você me conhece, é sabe meu ponto de vista sobre a SOCIEDADE ESPORTIVA , que tem carro chefe em uma modalidade “profissional´´, que mantem vagabundos e ladrões há décadas, os argumentos, sobre ao não direcionamento mercadológico e desempenho esportivo das modalidades rotuladas amadoras, mostra apenas a manutenção do que já havia sido projetado por MUMU, o maldito, quando a parceira Parmalat, teria com habilidade montado , uma estrutura que manteria a base e equipes competitivas em dez esportes com apelo popular como mencionado em seu estudo, que tem como parâmetros os investimentos e consolidação da marca , para públicos diversos, e sucesso em vendas de produtos e serviços aliados a qualquer trabalho bem realizado, mas se MUMU, o maldito dita regras, principalmente no COF, como você crê que seu candidato apoiado no ultimo pleito receba o recado , em relação a sua pretensão em competir na guerrilha de urnas em 2014?
    Desta maneira João Malaia, é claro e notório que temos hoje na administração do Palmeiras , um retrato definido da mediocridade imposta pela entidade feudal e macabra, que assola o Clube desde 1977, mantendo diretrizes, manipulando interesses, orquestrando conflitos, avaliando propostas de modificação estatutária, mal dizendo sobre a ALLIANZ PARQUE, que limita seu projeto de destruir o esporte no Palmeiras, lembrando a você e aos amigos, que no excelente Turiaçu 1840, no ultimo dia 18 de Julho , o artigo de um palestrino ilustre, o Senhor Vittorio Pescosolido, , com o titulo de “Ainda somos um grande clube?´´, apenas decifra de forma direta, quais, são as imensas agruras que o maior campeão do Brasil, deve viver por mais um anos ou melhor década, pelo simples fato que no próprio site da chapa Fanfulla, que apoia cegamente a gestão atual, há o quadro que sintetiza as ultimas sete eleições do Palmeiras, detalhando o circo do quadro politico alviverde, onde nomes apenas mudam de chapa, pois a INCOMPETENCIA é idêntica a décadas, um grande abraço a seu Pai e espero boas noticias!

  5. Fernando Galuppo
    julho 22, 2013

    Joca, me desculpe, mas creio que devo responder ao Luiz, que me citou em sua resposta:

    Primeiramente, quem deve ser questionado e responder as suas perguntas são nossos “gestores profissionais” e não eu, que desde sexta-feira (19), após 33 anos, deixei de ser até mesmo sócio do Palmeiras. Partindo de sua análise, quando em 2003 o futebol do Palmeiras apanhou de 7 a 2 do Vitória da Bahia em pleno Palestra Itália, pela Copa do Brasil, já deveria ter fechado as suas portas? Ali, não se gastava “modestos” 500 mil. E sim alguns milhões…Então, na sua ótica estamos pelo menos 10 anos atrasados.

    Não tenho necessidade alguma de falar por ninguém ou ser corporativista… Pelo contrário, minha vida é pautada por outros parâmetros. Falo e assino sempre por mim. Pena que muita gente se esconde no anonimato ou crie um personagem para manifestar suas opiniões. Esse sim é um fantoche na mão de diversos interesses. Se a minha indignação se assemelha a de uma mulher traída, creio que tem muito mais gente que se parece com aquela surrada e consagrada versão bíblica da “vaquinha de presépio”. Em tempos papais, é uma ótima oportunidade para conhecer, se já não conhece! Se para você eu já passei do tolerável, lhe dou uma dica simples. Use o seu livre-arbítrio e não se preocupe comigo. Siga a sua vida. Porque a minha eu trilho do jeito que achar melhor.

    Por fim sobre o Palmeiras, penso exatamente isso: Os gestores dos últimos 30 anos, sem exceção, cuidaram de acabar com o futebol do Palmeiras, maculando a honra, o orgulho e as tradições palestrinas. Coube a gestão atual seguir essa tendência e dar continuidade a esse processo depredatório pondo fim a toda uma trajetória esportiva que ainda resistia bravamente e era sinônimo de inúmeras conquistas para o nosso querido alviverde.

    • De Martino
      julho 22, 2013

      Galuppo, me desculpa pois na hora de postar não saiu o nome o qual vc me conhece. Sou o De Martino e não preciso me esconder no anonimato, pois independente de vc achar que quem apoia a gestão atual é “vaquinha de presépio” é porque vc não deve me conhecer a esse ponto, portanto estou a disposição para você me interpelar o dia que você quiser. Não tenho e nunca tive o rabo preso com ninguém e como você mesmo diz, o meu interesse no Palmeiras é apenas eleva-lo ao lugar onde ele nunca deveria ter saído. Sou um torcedor de arquibancada de muito tempo e meu interesse é sim no time de futebol profissional do Palmeiras que é a verdadeira razão da existencia do Palmeiras, sem ele nõa seríamos nada. Quando me refiro a você ser corporatista ou não, não cabe a mim julga-lo e estou falando isso em meu nome e não ao grupo que tenho a honra de participar, falo pois me causa estranheza que depois te trabalhar tanto tempo no Palmeiras, só resolveu atacar a atual administração, sendo que trabalhou no Palmeiras da gestão mais vergonhosa de sua história. Nunca vi, posso até estar enganado, você balbuciar nenhuma vez se quer algo que fosse contra a administração da qual você fez parte. Você pode até dizer aqui que você era funcionário do clube e não da administração do Sr. Tirone, do qual eu digo, que eu não me prestaria a ser porta voz daqueles que estavam lezando o clube que amo! Posto isso, não acho que você deve calar-se e não deve criticar aquilo que bem entenda eu só peço coerência, pois pessoas que não fazem parte do dia a dia do clube não tem o contra ponto e na verdade muitas vezes não conhecem o Clube como um todo. Com relação ao time do Palmeiras de 2003, por favor Galuppo, essa comparação é estapafurdia, e nem mereceria que eu perdesse tempo tentando me explicar posto o que já escrevi acima. Primeiro que estamos falando da epoca de outro administrador que lesou o patrimonio do Palmeiras e ele não é exemplo de administação para ninguém. Segundo que com sua torcida de mais de 17 milhões de pessoas, jamais nos conformariamos em viver aquilo de novo, como não nos conformamos o ano passado! Querer comparar a tradição do Futebol profissional do Palmeiras com o time de FUTSAL, por favor, é simplesmente subestimar a inteligencia das pessoas. Não quero tirar o valor de ninguém, todos tem seu valor, mas venhamos e convenhamos que entre o Futebol Profissional e o FUTSAL a imença maioria da coletividade palmeirense não tem dúvida nenhuma de quem as pessoas irão optar. Quanto a quem apoia a atual adminsitração ser vaquinha de presépio” termo usado por você, não sou e nunca me prestarei a esse papel, a diferença é que eu sei a quem cobrar, assim como você, e a minha intenção nunca foi e nunca será denegrir o nome do Palmeiras. O fato de eu não concordar com tudo que está sendo feito, também não significa que tenho que sair atirando para todo lado, pois de novo, acima de mim e de você ou de qualquer um está o Palmeiras.
      Abs

      • De Martino
        julho 22, 2013

        Já ia me esquecendo, o próprio título do seu texto é agressivo, pois achar que quem apoia a gestão atual é a parte que não pensa é muita prepotencia, digna dos piores cardeais que durante anos detonaram o Palmeiras. Achar que quem não concorda com as suas ideias não pensa para mim foi o máximo e foi a isso que eu queria me referir quando escrevi que você passou de todos os limites toleráveis! Uma frase dessas vindo de mim, um contador poderia ser até aceitável, agora vindo de um comunicador como você é, é sim lamentável! Abs

      • arquibancadapalestrina
        julho 22, 2013

        De Martino, a interpretação de um texto é livre. Mas eu não estou dizendo que quem não concorda comigo não pensa. O título fala da argumentação do CEO que você deve concordar comigo é estapafúrdia quando fala em “estudo pelo mundo”. Minha intenção única e exclusiva, foi mostrar para o CEO que se ele quiser justificar atitudes como a que vem tomando, deve pelo menos não nos tomar por idiotas e não vir com esses argumentos toscos de “estudo pelo mundo”.

        Sou um cara que vive do debate. Uma das coisas que mais prezo é o debate e não me pontuo desqualificando argumentos ou posições, desde que elas sejam fundamentadas em um mínimo de coerência.

        O problema é que as coisas se polarizaram no Palmeiras. Quem critica é oposição, quem apóia é vendido. Como você mesmo pontuou, o importante é o Palmeiras. E eu sinto o Palmeiras sendo lesado por gestores profissionais que justificam suas tomadas de decisão com argumentos que eles usam.

        Mais uma vez repito: o texto tem livre interpretação e arco com as consequências se for mal interpretado. Minha ideia era passar para as pessoas que argumentos como este nos tomam por idiotas.

        Caso tal estudo tenha sido feito, é simples. Basta mostrá-lo e rebater os argumentos aqui expostos. Argumentos que não estão em defesa do futsal. E sim de uma argumentação menos tosca do CEO.

        Mais uma vez, respeito todas as opiniões e acredito que a postura do debate eleva nossa capacidade de engrandecer o Palmeiras.

        Abs

    • Claudio Longo
      julho 22, 2013

      Boa noite Fernando Galuppo, como te conheço, apenas posso agradecer por todos os momentos inesquecíveis, que são registrados pelas obras escritas e editadas por você e outros companheiros, sendo que creio não qualificar sã, a mente que utiliza os termos desferidos a sua pessoa, que são destaques de uma obra prima escrita por Vittorio Pescosolido , em 18 de Julho, no excelente Turiaçu 1840, que descreve de forma direta o câncer que se tornou a vida politica da Sociedade Esportiva Palmeiras, pois denominar em “vacas de presépio ´´, os atuais defensores da digna casta Nobre , que procura atuar de forma abstrata o Palmeiras , rotulando-se este caminho de progressista e profissional, é ofender a sagrada fornecedora de leite, pois aos imbecis , a indiferença é uma resposta direta, só que temos um detalhe, o ostracismo moral , administrativo, mercadológico, esportivo, e midiático, fara mais uma vez ter 18 milhões de vitimas pelo mundo, graças ao poder das carteirinhas, pois se avaliarmos a competência dos que estão em postos chaves do comando do maior campeão nacional, recolheremos apenas areia, sim areia, já que o conteúdo e retorica é transparente, resultando em perdas irrecuperáveis na própria torcida , que como único legado valido não mas vai esperar as argumentações pífias, e desculpas vazias!

  6. Jéss Cetinich
    julho 22, 2013

    “Fizemos um estudo pelo mundo e os principais clubes têm apenas uma ou duas, estourando três modalidades para além do futebol. Na maioria deles dois ou um, bem feitos, e é assim que o Palmeiras pensa”

    Mesmo que seja verdade, eis que pergunto: E pensar fora da caixa? E inovar? Arriscar?

    O Palmeiras é uma marca gigante e um CEO com o nome que ele diz que tem não consegue vendê-la? Pra mim, amadorismo.

    Conseguir patrocínio para as categorias do Palmeiras não é tarefa difícil. É só falar: quero um patrocinador, aparece uma matilha.

    E a divulgação? Muitos pensam em TV. Mas porra, existem tantos outros meios de comunicação. E o Palmeiras é muito falho nessa áreia. Olha o Facebook, youtube. A própria fanpage poderia divulgar jogos/eventos. A torcida com certeza iria aparecer. Além do mais, tem 1 milhão de nêgo na página, como não teria visualização?

    Gestão que não conhece seu clube.

  7. duvidaloca3
    julho 22, 2013

    bela m… , aff sai dessa Palmeiras é grande por causa do futebol , nada mais importa alias aprendi a torcer pelo Futebol e não por futsal,basquete , tirando o futebol nada mais importa alem do futebol.

    • arquibancadapalestrina
      julho 22, 2013

      Eu também aprendi a torcer pelo Palmeiras pelo futebol. Mas a questão não é essa. O texto está aí e se você interpretou dessa maneira, não posso fazer muita coisa. O texto é claro e tem um objetivo: desmontar uma argumentação pífia do CEO da SEP. Quem quiser levar para outro lado, fique à vontade. Aliás, eu escrevi algumas vezes no texto que não estava mais defendendo a manutenção do futsal. Mas como disse, a interpretação é livre.

      • De Martino
        julho 22, 2013

        Joca, o problema é o conjunto da obra, quem tem lido as argumentações do Galuppoem diversos sites, tem percebido que o âmago da questão não é só esse!
        Abs

  8. Vanessa Amaral
    julho 22, 2013

    Depois de tudo isso, prefiro nem comentar… Só digo uma Coisa… Como sempre, Joca PERFEITOOOO… e o Galuppo SENSACIONAL…. ri alto agora…

  9. Fernando Galuppo
    julho 22, 2013

    De Martino,

    Vamos lá e começando do fim para o começo:

    – Ao que você se refere com “percebido que o âmago da questão não é só esse”? Juro que não entendi. Seja mais claro para que eu possa lhe responder com a coerência e o respeito que merece.

    – Sobre o título da matéria, creio que o Joca foi muito feliz. Pois quando o site oficial publica uma matéria dizendo que “estamos fortalecendo os esportes”, automaticamente, ele chama todos os palmeirenses de imbecil, sim. Sabemos que o grupo politico atual abomina o clube e os esportes e quer implodi-lo, como já o fez. Muitos pensam assim. Eu não. Outros tantos também não. E cada um argumenta e age de acordo com suas convicções nesse sentido.

    – Quanto ao rabo preso, não lhe conheço realmente para afirmar isso. Assim como não me conhece o bastante para dizer que pareço um marido traído em minhas manifestações.

    – Todos somos pelo futebol. Isso é intrínseco em nossas almas, ou deveria ser. Alguns vão mais além e compreendem um Palmeiras ainda mais amplo esportivamente. Eu pertenço a um Palmeiras vencedor em tudo. Cresci assim. Fui acostumado assim. E era uma tradição nossa. Que nos fazia diferente dos demais. Mas a flexibilidade mental de alguns insiste em simplificar a discussão e polariza-la. Não enxerga assim. Achei que quem gosta de outros esportes não gosta do futebol. Meu coração é generoso e tem espaço para contemplar o Palmeiras em tudo. Pena que a paixão de alguns se limita a uma única direção, mas enfim, respeito e não repudio, como todos tendem a repudiar quem pensa como eu. Normal isso vindo de mentes politicas, o que não é o meu caso.

    – Quando você cita o antigo presidente e tenta me associar a sua imagem, digo apenas que prestei serviços para o Palmeiras há 10 anos. Nunca cultuei homens. E, como disse, há 30 anos todos se equivalem, inclusive os atuais. Desde que frequento a SEP desafio você – o a qualquer outro – provar que sou ligado a alguma corrente ideológica do clube. Prove isso, e daí sim me cobre algo a respeito. Eu sou Palmeiras apenas. Isso já me basta.

    – Coerência você deveria cobrar de seus pares e dessa diretoria. Ou você esqueceu que até outro dia faziam oposição ferrenha ao Mustafá? E agora, qual é a postura de vocês? Eu, nem mais sócio sou. E minha coerência é de torcedor. Ajo com meu coração e só devo satisfação para ele.

    – Não há comparação entre as modalidades. E quem tem essa leitura são os mesmos que acham que os problemas do futebol estão no futsal e o aniquilam. Mas apenas para conhecimento, o futsal do Palmeiras é campeão mundial, bi-sul-americano, brasileiro e uma dezena de estaduais. Foi o campeão do século. Vestiu a camisa da seleção brasileira. Muito semelhante ao futebol. Deveria ser respeitado. Mas a ignorância de quem comanda sobre a nossa historia impede essa visão mais ampla. Como solução acabam com tudo.

    Espero ter-lhe respondido. A disposição para conversar sobre o Palmeiras em qualquer momento e qualquer lugar sempre.

    Fernando Galuppo

  10. Léo Souza
    julho 23, 2013

    Sobre o que falou Brunoro, sou obrigado a concordar com seu texto. Está óbvio que este estudo nunca existiu, e quem acompanha esporte (nem que seja só o Sportv News a noite) sabe que isso que ele falou não se sustenta. Bola fora, com certeza, assim como o caso da silver tape.

    Mas olhando suas postagens e sem te conhecer pessoalmente, o que me PARECE (não estou afirmando nada) é que vc está meio “de marcação” com o CEO. Meio que como (grande) parte da torcida faz com o Márcio Araújo… o cara não pode errar um passe que já crucificam, mas se o Henrique erra o mesmo passe está ok, sabe?

    O cara errou, ok, mas atacar o profissionalismo do cara eu já acho demais. Vi uma entrevista com um executivo uma vez em que ele falava que o profissionalismo não cabe no futebol, que se fossem implantar a lógica de se administrar uma empresa em um clube de futebol, a primeira saída seria o começo de fusões e aquisições de clubes, o que de fato seria muito efetivo, mas impensável num ambiente onde se lida com paixão. Então, ele falou que o máximo que se pode chegar no futebol é o que ele chamou de semi profissionalismo (não lembro mais onde ví isso, mas, diferente do Brunoro, juro que vi).

    Assim, sacrificar os “esportes amadores” em prol de um plano maior, pra mim, foi extremamente profissional. Foi abrir mão da paixão de uma minoria que torcia pro futsal, como vc, pra pensar na restauração da instituição a partir de seu carro chefe.

    É uma aposta, pode dar certo ou não. Mas acho errado crucificar o trabalho da diretoria por conta por isso. Traçando outro paralelo com o elenco do campo, o tal do Kleber (esse último, não o J30) também foi uma aposta, e não deu certo. Podemos assumir como uma aposta que não deu certo ou criticar a diretoria que se diz profissional e traz um atacante ruim desses…

    • arquibancadapalestrina
      julho 23, 2013

      Léo,

      Você conhece esse blog e lê tudo o que escrevo. E sabe que venho apontando erros atrás de erros do Brunoro e também do Marcelo Gianubillo.

      Esses caras são profissionais e estão fazendo cagadas no Palmeiras e eu vou ficar em cima mesmo. Pode até chamar isso de marcação em cima do cara. Se bobear, pode ser isso mesmo.

      A questão do futsal, para mim, vai muito além do que a simples torcida pela modalidade. Confesso que comecei a acompanhar os esportes de ginásio do Palmeiras há muito pouco tempo. Só acho que esses esportes, se bem trabalhados, agregam à imagem do Palmeiras. Mas isso não interessa mais, a medida já está tomada. Por isso, a questão não é mais a defesa do futsal, mas sim a maneira como os caras estão gerindo o Palmeiras.

      Como você lê o blog faz tempo, sabe que eu não tenho rabo preso com ninguém e sabe também que as críticas que faço podem ser pesadas, mas são bem fundamentadas. Eu não saio metralhando ninguém à toa.

      Mais, te juro. Minha maior preocupação é o Nobre que está sendo colocado em situações pelas quais será cobrado para o resto da vida. O que mais quero é que Nobre, CEO, CMO e CFO façam a maior gestão da história do clube. Torço todos os dias para que minhas críticas, de alguma forma, ajudem algumas pessoas a ver algumas questões por outra perspectiva.

      O problema Léo, é que diferente de você (que pensa de maneira diferente de mim, mas entra aqui, debate, discute, apresenta seus argumentos, a maioria das pessoas não suporta as críticas, Nenhum tipo de crítica. E partem para a agressão verbal, nos medem pela régua deles, nos chamam de vendidos, de oposição predatória, etc. Isso é triste para o Palmeiras, que perde a oportunidade de dialogar com as diversas correntes de pensamento e se isolam na bolha do poder,

      Quanto à questão de atacar o profissionalismo do CEO, é simples. Basta ele me mostrar o estudo que ele fez pelo mundo, que escrevo um post pedindo desculpas e me retratando por ter posto em causa o profissionalismo de um CEO de uma das maiores instituições do planeta que vem na televisão, ao vivo, dizer que fez um estudo que não tem a mínima chance de ter sido feito. Pelo menos para tirar as conclusões que ele tirou.

      Grande abraço,

      João

      • Léo Souza
        julho 24, 2013

        João,

        Não duvido das suas intenções. Acho que alguns até se encaixam no tal do “predadorismo” que inventaram, como o Perrone e a UOL, mas a maioria só quer o bem do Palmeiras mesmo.

        Eu só sou da linha de primeiro esperar pra ver se dá certo, pra depois criticar, já vc pensa um pouco diferente. Mas eu também acho que toda discussão é válida, por isso que sempre comento aqui…

        Abs!

  11. Alex Costa
    julho 23, 2013

    Sacrificar algumas categorias como o Judô que já representou a seleção brasileira e tendo inúmeras conquistas é inadimissível, não creio que não seja possível conseguir patrocínio. Nem que seja do governo, pois é um esporte olímpico onde representamos muito bem o país.
    Não tenho ligação nenhuma com o esporte amador do Palmeiras, mas acredito que estão fazendo besteira nesse aspecto. Antes de tudo sou torcedor do Futebol, mas não podemos deixar que o amor e a paixão nos CEGUE.

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Informação

Publicado em julho 22, 2013 por em Basquete Palmeiras, Futsal Palmeiras.

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