Arquibancada Palestrina

Um blog de Palmeirense de arquibancada

O inimigo número um das arquibancadas

Por João Malaia (@jmalaia) (@ArqPalestrina)

Há uma grande polêmica que está longe de terminar no Palmeiras. Aliás, não há uma, há muitas grandes polêmicas, como deve ser em qualquer clube democrático e formado por uma massa torcedora extremamente crítica e exigente. No entanto, uma delas vai demandar toda a atenção do torcedor de arquibancada no Palmeiras nos próximos meses: a questão do preço dos ingressos.

Estamos vivendo uma nova era de construção das chamadas “arenas” e o que se comenta é que os preços dos ingressos devem aumentar. Nosso presidente já disse que a tendência é que os ingressos do novo Palestra aumentem mesmo, em uma tentativa de privilegiar o sócio-torcedor, que teria descontos para a compra de ingressos mediante o pagamento de uma quantia mensal para o clube.

Mas os ingressos estão mesmo muito mais caros que antigamente? Se estão, quem são os responsáveis por elevar os preços dos ingressos nos últimos anos? Analisando o comportamento histórico do torcedor do Palmeiras, qual deve ser a política de preços dos ingressos atualmente?

Estas perguntas são difíceis de responder, ainda mais em um post. Mas são perguntas cruciais, que precisam ser pensadas para podermos enxergar o processo histórico da gestão de venda de ingressos de nosso clube e as características do nosso torcedor. Portanto, comecei a trabalhar alguns números com o intuito de, mais tarde, desenvolver uma pesquisa mais ampla sobre o tema. Mas gostaria de expor as primeiras conclusões, bem como o método que utilizei para realizar o raciocínio aqui apresentado.

Para analisar a questão dos preços dos ingressos, tomei por base as partidas de maior público e renda realizadas no Parque Antártica de 1979 a 1998. Poderia ter observado todas as partidas, mas optei por trabalhar com as partidas com o estádio mais cheio, há uma maior probabilidade de todos os setores terem sua totalidade ocupada. Como não temos dados do público por setor, públicos pequenos poderiam ter um número muito maior de torcedores em setores mais caros, ou mais baratos. Com estádios cheios, acredito que nos aproximamos mais do valor médio real dos ingressos.

De posse da renda e do público, dividi o total arrecadado pelo total de público pagante nessas partidas para conseguir obter o “ingresso médio”, ou “ticket médio” como gostam de usar os mais mauricinhos. Como o Brasil viveu caos de inflação até 1994, usei uma relação salário mínimo/ingresso para mostrar quantos % de um salário mínimo custava um ingresso. Além disso, trabalhei com as médias de público nos jogos do Palestra ano a ano, para tentar estabelecer alguma relação entre as médias de público de cada ano e o preço do ingresso médio.

E pasmem: os números são estarrecedores. Não só. Revelam quem foi o responsável pelo início do projeto de elitização da nossa arquibancada. Se no final dos anos 1970 e início dos anos 1980 nosso torcedor pagava de 1,29 a 3,21% de um salário mínimo para ver o Palmeiras no Palestra, a partir da gestão de Nelson Duque (1985-1988) os ingressos chegaram a valer 5,4% de um salário mínimo. Na gestão de Fachina (1989-1992), o ingresso médio chegou quase a 7% do salário mínimo.

Mas quando Mustafá Contursi assumiu o Palmeiras, a coisa mudou completamente de figura. A inflação do ingresso médio chega a ser escandalosa. E denota uma clara política de afastamento dos menos abastados do estádio do Palmeiras. Em 3 anos, portanto em 1995, o ingresso médio do Palestra chegava a custar mais de 10% do valor da salário mínimo nacional.

Vejam aqui o gráfico que mostra com clareza a elevação dos custos do ingresso médio no Palestra de 1979 a 1998:

No gráfico podemos perceber o processo de aumento do preço do ingresso médio e os responsáveis por isso.

Podemos perceber o processo de aumento do preço do ingresso médio e os responsáveis por isso.

O gráfico mostra que a partir do início dos anos 1990, o ingresso médio começou a ficar em um patamar praticamente do dobro dos anos anteriores. Se até 1989 os ingressos raramente passavam dos 3% do valor do salário mínimo da época, a partir de 1990 os ingressos vão para a casa dos 6% do salário mínimo. No entanto, na administração de Facchina, houve uma queda acentuada na média de público presente ao Palestra. Se em 1989 a média de público em nosso estádio foi de 16.188 pagantes por jogo, após o aumento abusivo do ingresso médio, a média de público presente ao Palestra caiu para 11.115 pagantes por jogo. Em 1991, a manutenção dos ingressos médios no patamar de 6% do salário mínimo manteve a média de público abaixo do esperado, de 12.496 pagantes por jogo.

Os números baixos levaram a uma redução no valor do preço médio dos ingressos. Em 1992, com o Palmeiras ainda sem título desde 1976, o ingresso médio caiu para menos de 4% do salário minimo e nossa média de público subiu para 14.125 pagantes por jogo no Palestra. Mas eis que o agente do mal chegou ao poder.

Em 1993, Mustafá assumiu e junto com os títulos perdemos uma enorme chance de nos consolidarmos como a terceira maior torcida do país e quem sabe almejarmos vôos mais largos em nossa história. Mas não. Os títulos da Era Parmalat vieram acompanhados de um política clara de aumento no preço dos ingressos. Ao invés de cairmos na graça da massa, de popularizarmos nossos ingressos, aproveitarmos a maré de benesses que os deuses do futebol nos deram, nosso mandatário mais cancerígeno adotou uma postura completamente diferente. Ingressos que estavam na casa dos 6% do salário mínimo, passaram a custar quase 11% do salário mínimo. As medidas afastaram o torcedor de nosso estádio.

Observem o gráfico abaixo que traz as médias de público no Palestra de 1979 a 1998. Percebam que nós, em plena fila desesperadora de títulos, de 1979 a 1992, tivemos uma média de público no Palestra maior do que no período posterior, já campeões e com a grana da Parmalat, em plena época de títulos paulistas (1993, 1994 e 1996), nacionais (1993, 1994 e 1998) e internacionais (Mercosul de 1998), além de duas disputas de Libertadores (1994 e 1995). Em 1995, após sermos bicampeões paulistas e nacionais e disputando uma Libertadores com um timaço (Cléber, Antônio Carlos, Roberto Carlos, Rivaldo, Edilson, Muller…), tivemos a quarta pior média de público em nosso estádio entre os anos de 1979 a 1998. 1995 foi justamente o ano em que o ingresso médio teve seu valor mais alto no período aqui analisado: 10,74% do salário mínimo.

Mesmo em uma época de títulos, as médias de público não cresceram como poderiam. Às vezes caíram.

Média de público na fila de 1979 a 1992: 12.359. Com Mustafá, de 1993 a 1998. cheio de títulos: 12.059.

Mas o que poderia explicar esse fenômeno? A torcida do Palmeiras prefere a fila? A torcida do Palmeiras não gostava de ir ao Palestra em sua época mais áurea?

Não, Palmeirense. O que aconteceu você já observou no outro gráfico. O ingresso médio passou a ser muito mais caro. Ao invés de 1, 2, 3, 4 ou até 5% do salário mínimo, na Era Mustafá, nosso torcedor chegou a ter que desembolsar um ingresso médio de mais de 10% do valor do salário mínimo. Perdemos a chance de crescer. Talvez, o bonde da história jamais passe dessa maneira de novo. Para que fique mais claro, coloco aqui uma tabela com os dados relacionados ano a ano.

1993 a 1998: a primeira parte da gestão de Mustafá

1993 a 1998: a primeira parte da gestão de Mustafá

O que os números podem nos mostrar? Bom, em primeiro lugar que há que se pensar com cuidado sobre as políticas de preço de ingresso de um grande clube de futebol. Consumir futebol é um ato social e cultural historicamente constituído. É necessário observar com cuidado a maneira com que o consumidor de partidas de futebol se comporta. Ele é o termômetro do espetáculo. Estádio vazio não existe. Nem time sem torcida.

Em segundo lugar, a análise do período mostra claramente quem foi o responsável por colocar os preços dos ingressos em níveis estratosféricos para nossa torcida: Mustafá Contursi. Alguém pode indagar se eu analisei outros clubes para ver se a situação foi parecida. É claro que não. Aqui é Palmeiras. Não é revista científica. Se quiser, faça você a pesquisa e argumente. Podem indagar que as federações e confederações impõem preço mínimo de ingresso. Todos nós sabemos que há maneiras de se colocar ingressos mais baratos em acordos com esses mesmos órgãos. No caso do nosso clube, está claro que Mustafá Contursi foi o responsável por criar um buraco histórico em nossas arquibancadas. Confesso para vocês que nem eu sabia isso. Descobri com a pesquisa. A História é linda.

Em terceiro lugar, se a análise mostra quem foi o inimigo histórico de nossa arquibancada, só pode fazer com que nunca possa coadunar com esse ser humano e com todos aqueles que a ele se aliam para qualquer tipo de situação.

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Falta muito trabalho para ser feito. Este aqui, com certeza, tem muitas limitações. Vou continuar a análise para os períodos posteriores, chegando até hoje. Posso adiantar algumas coisas que já vi. Na série B de 2003, o ingresso médio ficou entre 3,5 e 4,5% do salário mínimo. Em 2013, o ingresso médio está entre 2,5 e 5,8% do salário mínimo atual.

A pesquisa foi realizada só no Palestra, pois lá é nossa casa e é lá que me interessa.

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Muitos nefastos defendem o inflacionamento dos bilhetes de futebol para afastar os torcedores de baixa-renda que, na concepção burguesa-fascistóide, são os responsáveis pela desordem nos estádios e em seus arredores. Invetam palavras bonitas para esconder o nojo que tem do negro, do pobre, do cara das camadas populares. A vocês, o meu mais puro desprezo.

E você, torcedor, observe quem são os vermes da grande imprensa que aparecem com discurso higienizador disfarçado de “os tempos mudaram”.

____________

Este post contou com a colaboração do Marcelo Ricci, vagabundo que não escreve um post faz tempo. Assim, pelo menos, eu coloco o cara para fazer alguma coisa.

Os dados de público e renda foram extraídos do site http://www.futebol80.com.br/links/times/palmeiras/palmeirasft.htm Indicação de alguns pesquisadores do Palestra como Jota, Ezequiel e Galuppo. Obrigado, parceiros. Alguns dados que não constam no site foram conseguidos no acervo digital da Folha de São Paulo (de graça)e do Estado de São Paulo (só pára assinantes).

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15 comentários em “O inimigo número um das arquibancadas

  1. Claudio Longo
    agosto 21, 2013

    Boa noite a todos, Parabéns pelo post, perfeito e direto sem conversa mole, apenas retratando a realidade que o clube vive com este LUCUFERIANO do MUMU, um maldito sangue suga , que destrói a cada passo , qualquer alternativa de termos no Palmeiras uma gestão competente, pois as figuras politicas do clube nunca mudam, tornando-se perpetuas as alianças macabras de uma serie de gestões viciadas na mediocridade, lembrando que no ultimo dia 21 de Janeiro com apoio total do LUCIFERIANO MUMU, Paulo de Almeida Nobre assumiu a responsabilidade de manter o Palmeiras em um rumo “profissional´´, mas a sua primeira atitude foi mover estruturas que mutilaram modalidades esportivas , com argumentos fúteis, que não teríamos a possibilidade de mantermos valores altos como os de R$ 50.000,00 mensais, para o FUTSAL, mais vencedor do Brasil, mas pelo visto os atos de NEPOTISMO, com a designação de Luciano Paciello como Diretor Financeiro do Palmeiras , pelos R$ 45.000,00, mensais, são justificáveis, bem como o departamento de Marketing omisso , que deve ser observado , já que na próxima segunda feira, a SOCIEDADE ESPORTIVA PALMEIRAS , completa 99 Anos , e as ações são dignas de um aniversario infantil, com muita língua de sogra, que é bem observado por Erick Beting, em sua coluna hoje no Web site da UOL, que avalia de forma concreta o silencio dos mortos em ações de Marketing no Palmeiras e nos gambas “moças´´, sendo claro que só se muda no Palmeiras algo de útil, quando algum dos parasitas do Conselho deliberativo, com o rotulo de “vitalicios´´, morre para o bem da humanidade, já que ser um membro parasita não é digno nem aqui, muito mais no inferno!

  2. Stefano Tevo Filho
    agosto 21, 2013

    Ñ nos esqueçamos, também, que a decadência do Palmeiras é histórica desde 2001. Duas quedas para a 2ª divisão, carência de ídolos, jogadores e títulos importantes. A torcida do SPFC que, 25 anos atrás era somente a 8ª do Brasil, nos tirou o 3º lugar. O SCCP cresceu em títulos. Muitas crianças, hoje, até descendentes de italianos, ñ querem mais torcer pelo Palmeiras. Todos esses fatores, associados à inflação do preço, cooperaram para esse quadro.

  3. Edo Betti
    agosto 21, 2013

    Cara, a gente sentia qualquer coisa assim, mas na frieza dos números é ainda mais assustador. Muito mais. Sair desse buraco levará mais que geração. Enquanto os figuras responsáveis ainda estiverem ali, seus correligionários e puxa-sacos, põe mais algumas gerações aí. Pobre Palmeiras.

  4. Rafael
    agosto 21, 2013

    Excelente post. Claro que aprofundando mais em sua pesquisa você pode chegar a mais conclusões e quem sabe propostas.
    Mas o fato é, que com o maldito Sapo-boi no poder, o Palmeiras perdeu a chance de se modernizar para nunca deixar de ser o maior vencedor de títulos do Brasil. Coincidência ou não, foi a partir de sua entrada na direção do clube, que vivemos a fase da fila, que só foi quebrada por que entrou gente de fora pra comandar o nosso futebol.
    E o pior é que o f.d.p tem uma “saúde de ferro”.

  5. siro casanova
    agosto 21, 2013

    o QUE MAIS ME IMPRESSIONA É SUA VONTADE DE ACERTAR NOSSO PALMEIRAS. PARABÉNS !

  6. Fernando Galuppo
    agosto 21, 2013

    Meu Deus, que AULA!!!!

    Assino embaixo. Trabalho para reflexão profunda!

    A partir disso, creio que o CEO e o MKT da SEP deveria pedir DEMISSÃO hoje. Por vergonha! Ou então, se tivemos um mandatário, demitiria que o induz ao erro.

    Fica a minha reflexão: Será que quando aniquilaram os esportes amadores do clube se dignaram a fazer uma analise profunda como essa? Isso sim é competencia e profissionalismo!

    Contra fatos não há argumentos

  7. Rafae Kuvasney Marcolin
    agosto 21, 2013

    Eu acho interessante o relato: comecei a frequentar o Palestra com alguma regularidade em 1997, aos 13 anos. Adolescente, pouca grana, morando em Santo André, ia quando dava. De 99 a 2003 frequentei com ainda mais assiduidade o estádio, indo a vários jogos por ano. Em 2003, após a série B, os preços começaram a aumentar e chegaram a assustadores (para mim, na época) R$30,00 um ingresso de arquibancada. Nessa época, em 2004, me casei e tive de segurar os gastos. Trabalhei 2 anos EM FRENTE ao Palestra (2006 a 2008) e não entrei nenhuma vez no estádio por falta de grana. Fiquei de 2004 a 2010 sem pisar no Palestra por causa dos preços dos ingressos. Em 2010, com uma situação financeira um pouco melhor e o advento do Sócio Torcedor, voltei a frequentar a bancada, mas admito: quando eu ganhava meus 2 salários mínimos por mês, era impossível frequentar o estádio, dado o valor absurdo dos ingressos. Hoje tenho um gasto médio, só de ingressos e ST, de R$100/mês. Não é pouco e acho que esses valores precisam, sim, serem revistos.

  8. Thiago Bonadie Fraccarolli
    agosto 21, 2013

    A pergunta é: por que o Mustafá não morre???? Puta merda, será que lá ninguém percebe que esse FDP é o culpado por todo nosso mal?

    Será que pra esses conselheiros, uma carteirinha e 3 ingressos pra cada jogo é melhor do que ver o Palmeiras forte?

    E o atual presidente me decepcionou muito. Ainda torço pra que ele faça seu trabalho decentemente, que recoloque o Palmeiras em seu devido lugar, mas quem negocia com o demônio, boa intenção não tem.

    Minha impressão, de quem vê de fora, é que Paulo Nobre era aliado do Belluzzo, mas ficou magoadinho e chateadinho nas eleições de 2011, quando Belluzzo resolvou não apoiá-lo (não apoiou ninguém, no caso). Então Nobre, numa atitude de criança mimada, se bandeou pro lado da Múmia…

    Outro ponto negativo vai pro nosso marketing. Os caras estão aí ha 8 meses e não conseguiram nada. Nem patrocinio pra camisa temos.

    Uma coisa que eu gostaria de comentar: alguém já foi a alguma Academia Store? Fui conhecer a loja de Santo André, e me assustei com a péssima qualidade dos produtos fabricados pela Meltex. Será que ninguém do clube viu isso? Será que no contrato com a tal empresa não tinha uma cláusula garantindo um padrão de qualidade? São produtos mal feitos, com o símbolo do Palmeiras pequeno, torto, errado. E tudo muito caro. A ideia era ter produtos alternativos a linha da Adidas pra ser mais barato, mas é tudo o mesmo preço. Pelo menos a linha da Adidas tem muita qualidade.

    Lamentável.

  9. Fica Wésley (@FmVerdao)
    agosto 21, 2013

    Esse cara é um monstro. Já passou da hora de eliminar o Mustafá do clube, ele é um “câncer dos mais malígnos” da história do Palmeiras.

  10. Jorge Oliveira Pires
    agosto 21, 2013

    Prezado João Malaia, muito boa a sua iniciativa de discutir a situação dos preços dos ingressos e do público médio com base em números concretos.. Há um bom tempo penso em fazer algo assim, que bom, que você se adiantou! Meu sonho era conseguir os dados de público e preço por setor do estádio, mas acho que isso é impossível.
    Só gostaria de frisar que há alguns problemas que aparecem quando se usa o salário mínimo como referência para os cálculos, nada que invalide os seus resultados, mas gostaria de discuti-los com você em algum momento, se tiver disponibilidade.

    • arquibancadapalestrina
      agosto 21, 2013

      Sem problemas, Jorge. Eu sei dos problemas da análise e do fato de usar o salário mínimo também. Tive a ideia de fazer a relação com preços de produtos da cesta básica, ou comparar com ingressos de outros tipo de espetáculo como teatro e cinema, como fiz na minha tese de doutorado.
      Encontrar os dados por setor é muito complicado, mesmo, mas acredito que os clubes tenham tais dados arquivados. Difícil é ter acesso a esses dados.
      Fique à vontade para mandar um email para arquibancadapalestrina@gmail.com. Será um prazer discutir esses números. A ideia é transformar isso em artigo para publicar em alguma revista depois.
      Um abraço,
      João

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Publicado em agosto 20, 2013 por em Direito de Arquibancada.

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